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7 coisas que todo maringaense já fez

Toda cidade tem sua própria cultura. Pontos turísticos, símbolos, vocabulário e festas fazem parte do imaginário de milhares de pessoas que pertencem àquele lugar.

Entre as peculiaridades de Maringá, existem hábitos comuns entre muitos moradores.

Você sabe quais são as sete coisas que todo maringaense já fez? Continue lendo para descobrir quais são!

1. Escorregar no Willie Davids

O Estádio Regional Willie Davids foi construído em 1957 e já foi palco de jogos da seleção soviética de Lev Yashin e do Santos do Rei Pelé. Porém, o gramado que reveste a parte externa é tão importante quanto seu interior.

Nas tardes de verão, é comum avistar maringaenses escorregando no entorno estádio em pedaços de papelão. O desafio é conseguir fazer o percurso todo sem parar no meio do caminho.

A brincadeira faz muito sucesso entre as crianças. No fim da diversão, é muito importante recolher os papelões para não sujar o gramado.

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O gramado externo do Willie Davids. Foto: Prefeitura Municipal de Maringá

2. Se exercitar na ATI

As Academias da Terceira Idade (ATI) são compostas por diversos equipamentos para exercícios. É possível encontrá-las em diversos locais da cidade.

Apesar de destinadas aos idosos, são sucesso entre os maringaenses de todas as idades. É impossível passar por alguma ATI e não parar para se exercitar ou pelo menos se alongar um pouquinho.

3. Comer cachorrão com maionese verde

É difícil pensar em uma comida que represente Maringá melhor do que o cachorro-quente prensado. O cachorrão, como é carinhosamente conhecido, é patrimônio cultural e desde 2017 foi oficializado como lanche típico da cidade.

Por todos os cantos da cidade há barraquinhas comercializando essa iguaria com os mais diversos recheios: simples, duplo, pizza, frango, alcatra, filé-mignon. Não importa o sabor, todo maringaense tem o seu preferido.

O molho que acompanha um bom cachorrão é a maionese verde. A cor e o sabor característicos vêm dos seus temperos: na receita básica, são salsinha e cebolinha, porém cada estabelecimento tem sua própria versão.

4. Cantar “Maringá”, de Joubert de Carvalho

Até hoje, “Maringá”, de Joubert de Carvalho, é como um segundo hino da cidade, e é lembrada em eventos cívicos e culturais. Nas escolas maringaenses, é comum que as crianças aprendam a letra da canção.

Apesar disso, sua história não tem nenhuma relação com o estado do Paraná. O compositor narra a história fictícia de Maria, uma cabocla da cidade de Ingá na Paraíba que se via obrigada a fugir da seca em sua região. Por licença poética, a Maria do Ingá acabou por se tornar apenas “Maringá”.

A canção fez grande sucesso e veio parar no canto dos operários durante a década de 1940. Eles abriam a mata para construir o que viria a ser a mais nova cidade do norte paranaense. Na hora de batizá-la, não restavam dúvidas: se chamaria Maringá.

Confira abaixo o vídeo do canal Maringá Histórica sobre a canção, com trecho de entrevista do próprio Joubert de Carvalho.

5. Passear no Parque do Ingá e na Catedral

O Parque do Ingá é um dos principais pontos turísticos da cidade. Com uma área de 47,3 hectares de conservação florestal, tem vários atrativos para os maringaenses, como pista de caminhada, lago artificial, pedalinho e jardim japonês.

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Lago artificial do Parque do Ingá. Foto: Alan Peliser

Aos finais de semana e feriados, o perímetro do parque fica restrito aos pedestres, que podem caminhar, passear com os animais de estimação e andar de bicicleta.

Não muito distante, é possível encontrar a Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Glória. É o maior monumento da América do Sul e faz parte do panorama urbano da cidade.

Em seu entorno, há uma praça com um vasto gramado onde famílias e amigos fazem piqueniques, brincam, se exercitam e passeiam todos os dias.

Durante o ano todo, a catedral é iluminada por luzes de LED com diferentes cores, variando conforme as datas importantes do ano e o período católico.

6. Tirar foto dos ipês floridos

Ao passear por Maringá, é possível perceber a diversidade de sua flora. Isso ocorre porque foi projetada como cidade-jardim, com alternância entre edifícios e vegetação.

Entre as árvores que mais chamam atenção estão os ipês, que florescem entre junho e setembro. Podem ser encontrados nas mais diversas cores, como roxo, amarelo e branco.

Durante o período florido, os maringaenses aproveitam para tirar fotos e colorir suas redes sociais.

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Os ipês florescem de junho a setembro e colorem as ruas de Maringá.

7. Comparar Londrina e Maringá

Distantes da capital, Londrina e Maringá são arquirrivais na disputa pelo título de melhor cidade do norte paranaense. Separadas por menos de 100 quilômetros, são respetivamente a segunda e a terceira maior população do estado.

Entre as conversas casuais, é comum que os maringaenses contem suas vantagens. Apesar de ser mais jovem e ter uma população menor, a Maringá ainda é superior em renda per capta e IDH.

Essa rivalidade também é transparente no futebol. Os times protagonizam o Clássico do Café desde a década de 1960. Quando se enfrentaram pela última vez na final do Campeonato Paranaense, em 2014, o Tubarão (como é conhecido o time de Londrina) levou a melhor.

No fim, tudo isso não passa de brincadeira. Ambas as cidades têm muito em comum e contribuem para o fortalecimento da região norte do Paraná.

Bônus: Tirar foto no túnel de luz

Durante o Natal de 2017, a cidade ganhou uma nova atração. Na praça da prefeitura, ao lado da catedral, foi montado um túnel feito com 80 mil lâmpadas coloridas de LED.

Durante os meses de dezembro e janeiro, milhares de pessoas de Maringá e região visitaram a praça e tiraram fotos. Para 2018, a atração já está confirmada, e deve atrair outros milhares de maringaenses.

Se você se identificou com todos esses pontos, você é mesmo maringaense! Qual deles é o seu favorito? Assine nossa newsletter para receber outros conteúdos como esse!


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